O que fazer quando uma marca fica desgastada?

Muitas vezes, por alguma situação específica, a imagem do nosso site necessita dum “update”, uma renovação. O problema é que essa renovação pode, muitas vezes, ser mais prejudicial do que benéfica. O que fazer, quando uma imagem se torna demasiado desgastada? Será que vale a pena recriar uma imagem nova? Se sim, quais os cuidados a ter?

Os prós e contras de se recriar uma nova imagem e marca.

Com o evoluir da sociedade, uma imagem pode, por vezes, tornar-se velha, sem sentido. As gerações vão passando, e algumas das referências que poderíamos, inicialmente, ter na nossa marca, deixando de ter lógica, por as gerações seguintes não saberão interpretá-las. Outras vezes, algo aconteceu, que fez com que a nossa marca ficasse mal conotada, e será necessário recriá-la, de raiz, de forma a recriar um novo percurso comercial/profissional forte, que, por qualquer razão, terá sido interrompido, por algum acaso menos favorável.

O recriar a sua marca pode ser algo benéfico, pois, como sabemos, o consumidor tende sempre a demonstrar alguma curiosidade para com as “novidades“. Sabemos, de antemão, que, uma nova marca, pelo menos, granjeará alguns momentos de atenção, deste ou daquele potencial cliente que já está familiarizado com a marca anterior. Outras vezes, com os cuidados devidos, poderemos passar um “apagador” num momento mais conturbado da nossa marca, se recriarmos outra, que, apesar de apresentar o mesmo produto, nada nos remete para a anterior.

Saber quando e porque o fazer é uma decisão importante e que pode ser um passo decisivo para o sucesso, ou para o fracasso.

Empresas como a COTY® (que alterou o seu logotipo), AirLines PNG® (agora AirPNG®, alterou logótipo e a marca em si), são alguns exemplos bem sucedidos de marcas que renovaram o seu aspecto, ou até mesmo, a sua denominação. Isso permitiu atingir um leque mais vasto de potenciais clientes, muitos dos quais, já conheciam a marca anteriormente, mas nunca sentiram especial apelo pela mesma.

No entanto, há alturas em que se parte para uma renovação de imagem, totalmente desnecessária, de ânimo leve e sem uma real ponderação, e deparámo-nos com problemas. Ou a imagem não inspira a mesma confiança, ou a marca nova não nos remete para o produto em si, e, como tal, invés de evoluir positivamente, sentimos o nosso valor a descer, cada vez mais, começando a criar graves prejuízos financeiros e seremos, obrigados a voltar, novamente, para a imagem ou marca anterior.

Alguns exemplos duma má recriação de imagem ou marca, são os casos da BP®, que alterou o símbolo original, para um que deu azo a imensos “memes” jocosos de organizações como a Greenpeace®, a Royal Mail®, a maior distribuidora de correspondência do Reino Unido, que, actualmente, se chama Consignia®, uma marca vazia, sem ligação ao serviço que prestam, nem a nada que remeta para o passado da empresa, em si.

Seja por mera alienação dos clientes, seja pelo imenso custo que uma recriação de imagem acarreta, uma decisão como esta pode trazer imensos prejuízos, podendo, inclusive, em empresas com um orçamento mais limitado, a serem obrigadas a vender parte do seu património, ou, até mesmo a encerrar portas.

Algumas empresas, porém, apercebem-se do erro que cometem, e voltam atrás, como o caso da Coca-Cola®, que tentou recriar a sua imagem, e viu-se obrigada a repôr a imagem anterior, pois a mudança de visual fez sentir, negativamente, na bolsa.

REBRANDING – Em que consiste?

A mudança seja de imagem, logótipo ou marca, impõe a utilização de ferramentas e acções que levarão a cabo essas alterações. Essa operação de alteração de marca, denomina-se “REBRANDING“, que, traduzindo livremente, significa “Remarcar” .

O Rebranding pode ser dividido em dois tipos: o activo, ou “próactivo” e o reactivo. O primeiro baseia-se no movimento de mercado, na oscilação económica e na oportunidade de crescimento duma determinada empresa. Uma maior aproximação ao cliente, uma maior familiaridade com um nicho de mercado que, provavelmente, anteriormente estaria afastado dessa marca, leva a que se recorra a este tipo de rebranding, para criar novos rumos. Já o reactivo, por norma, é o usado quando se pretende eliminar, completamente, uma marca, seja por algum mau momento no passado, ou porque se pretende descontinuar um determinado produto, fazendo a transição para outro igual, mas com um visual mais evoluído. Esta última, por exemplo, é usada quando uma determinada companhia compra uma outra, mais frágil, e muitas vezes em processo de insolvência, e a tentar renovar, com vista a aumentar o seu leque de acção.

Pretende renovar a sua imagem? Quer uma análise imparcial, competente e profissional? Não se preocupe, a PUBLIMIX fará isso por si. Deixe o seu sucesso nas nossas mãos.